Várias coisas vem acontecendo no Brasil e eu fico apenas calada observando. Até difícil pensar sobrei que comentar: lava jato, Dilma, Lula, Delcídio, Cerveró, filho do Lula, Mariana... Mas hoje resolvi dedicar este post ao que eu penso que é o fundo do poço no quesito raça humana, e não estou falando de terrorismo. Estou falando do motorista do Uber que foi espancado em Porto Alegre.
É simplesmente degradante. Eu fico imaginando como as pessoas pensam. E se a coisa vira moda e se expande para outras categorias. Claro que este não foi o único caso, e provavelmente não vai ser. Mas o que passa na cabeça dos taxistas ao fazerem isto?
O capitalismo trouxe a concorrência, a competitividade. Estamos sempre competindo com alguém, seja numa vaga de emprego, neste emprego, no vestibular, no concurso público. Assim como os serviços de taxi e Uber, os ônibus, as companhias aéreas. No entanto, não é normal você se sentir ameaçado em alguma situação e atacar o outro por estar prejudicando o serviço.
Claro que existem pessoas que fazem de tudo para te tirar do caminho (e isto ja aconteceu comigo), mas de forma sutil, não espancando ou destruindo o objeto de trabalho do outro. Isto não é normal, não é aceitável. Nem da forma sutil o é, mas o que estes taxistas fizeram foi simplesmente o ápice do absurdo de todos os absurdos nesta briga entre eles.
Eu nunca usei o Uber, e não sei se irei usar algum dia. Tive experiências boas e ruins com taxistas, mas é meu direito escolher o tipo de serviço que quero utilizar. Quantas vezes vi taxista não querer me levar por algum motivo, ou por outro lado, ser super gentil durante todo o percurso!
Eles não pagam impostos? É justo? Não, mas nem por isto preciso tirar o outro de circulação literalmente. Ofereça um bom serviço, seja cordial, e o Uber não irá te ameaçar. Eu ainda sou daquelas que acredita que existe mercado para todo mundo. Um cliente perdido aqui, outros dois ganhos ali. O lance é atender bem, oferecer bons serviços e o preço nem vai falar tão alto. O que vai contar é a qualidade e a confiança.
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