Eu sempre falo de coisas ligadas ao pais e à política. E quanto assunto de política nós tivemos durante o ano! Corrupção esteve em pauta durante todo o ano. E é incrível como a gente convive com isto e na nossa cultura certas atitudes são tidas como naturais. Mas hoje no Brasil tivemos dois lados bem antagônicos o do brasileiro solidário e o do desordeiro, destruidor.
Acordamos hoje com a notícia da tragédia da queda do avião que matou um time inteiro, o da Chapecoense. Jovens felizes a caminho de uma final de campeonato internacional. Um time pequeno do interior de Santa Catarina que estava despontando no cenário do futebol no Brasil. O dia foi de comoção, principalmente porque foram encontrados sobreviventes. Fato quase impossível em um acidente de avião.
Com isto, vi um Brasil solidário. Um Brasil unido, sem diferenças de torcida. A torcida foi uma só. A do versão do oeste. Num momento único, vimos as pessoas esquecerem as rivalidades entre times e passaram a ser um só. A torcida pela família, pelo time, pelos sobreviventes, pelas almas. Hoje o futebol deu um exemplo para todos.
Por outro lado, supostos estudantes destruíram Brasília por causa da votação da PEC que limita os gastos públicos. E quem vai pagar o conserto? O povo claro, inclusive aqueles que fizeram parte da destruição. Cada um vê seu lado, e acha que está certo. Mas destruir patrimônio público é vandalismo, é crime. Então é criminoso tanto quanto qualquer colarinho branco.
E o que eu não entendo é, na empresa, em casa, na vida pessoal/financeira, quando as contas não fecham, a gente tem que parar e reduzir custos. Isto inclui: parar de comprar, optar por produtos mais baratos, trocar marcas. E quando o governo quer fazer isto, o povo é contra.
Acho que tem que parar a roubalheira, mas não dá para gastar sem limites. E enquanto os políticos não entenderem que eles são empregados do povo, isto não vai mudar. Então vamos lutar por um país melhor. Por um país inteiro, como foi o que aconteceu com a Chapecoense.
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